18 de março de 2011

A Janela – (Vida e Conhecimento)

Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria
de um grande hospital. O cômodo era bem pequeno e nele havia uma
janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte do seu
tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as
tardes (algo que tinha a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões).
Sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar todo o
seu tempo deitado de barriga para cima. Todas as tardes,
quando o homem cuja cama ficava perto da janela era
colocado em posição sentada, passava o tempo descrevendo o que via lá fora.
A janela dava para um parque onde havia um lago. Havia patos e cisnes no lago, e as crianças iam
atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo.
Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola.
E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se o belo
contorno dos prédios da cidade.
O homem deitado ouvia o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os
minutos. Ouviu sobre como uma criança quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente o fizeram sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora... Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento:
Por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo?

Por que ele não podia ter essa chance?
Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança.
Faria qualquer coisa!
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando,
suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover... mesmo quando o som de respiração parou. De manha, a enfermeira encontrou o outro homem morto e, silenciosamente,
levou embora o seu corpo. Logo que pareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável.
No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, ele
olhou para fora da janela. Viu apenas um muro...
          E a vida é, sempre foi e será aquilo que nós a tornamos.

SOU EU MESMO

— guando falo a verdade, sem máscaras;

— quando aceito qualidades e limitações;

— quando sempre estou caminhando, sem voltar atrás, apesar das dificuldades;

— quando procuro descobrir o meu próprio caminho, sem olhar modelos comuns;

— quando não preciso fingir para me apresentar aos outros;

— quando escolho um futuro que está ao meu alcance, sem falsas ilusões;

— quando sei corresponder fielmente aos amigos e pessoas que confiam em mim;

— quando vivo ao lado da minha gente e trabalho ao lado dos pobres;

— quando aceito o compromisso de ser "homem" ou ser "mulher";

— quando sou livre, e a minha liberdade me leva a amar a todos;

— quando faço escolhas importantes, com a cabeça fria, sem sonhos irreais;

— quando o trabalho de construir a minha vida me traz alegria, apesar dos tombos;

— quando não aceito copiar imagens de propaganda, feitas para enganar;

— quando arrisco ficar sem nada, e doar tudo, para que outros sejam felizes.
                                       SOMOS NÓS MESMOS DICIPULOS DE JESUS!!!