24 de maio de 2010

*-* A Cor dos olhos *_*

O ancião descansava sentado em velho banco à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista
De um automóvel que estacionou a seu lado:
- Bom dia!
- Bom dia! Respondeu o ancião.
- O senhor mora aqui?
- Sim, há muitos anos...
- Venho de mudança com a minha família e gostaria de saber como é o povo daqui.
Como o senhor vive aqui há tanto tempo deve conhecê-lo muito bem.
- É verdade, falou o ancião.
Mas por favor, me fale antes da cidade de onde vem.
- Ah! É ótima. Maravilhosa!
Gente boa, fraterna... Eu e minha família fizemos lá muitos amigos.
Só a deixei por imperativos da profissão.
- Pois bem, meu filho. Esta cidade é exatamente igual.
Vai gostar daqui.
O forasteiro agradeceu e partiu.
Minutos depois apareceu outro motorista e também se dirigiu ao ancião:
- Estou chegando para morar com minha família aqui.
O que me diz do lugar?
O ancião lançou-lhe a mesma pergunta:
- Como é a cidade de onde vem?
- Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante!
Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso!
- Sinto muito, meu filho, pois aqui você encontrará o mesmo ambiente...
Amados todos vêem no mundo e nas pessoas e na família algo do que somos, do que pensamos de nossa maneira
De ser.
Se somos nervosos, agressivos ou pessimistas, veremos tudo pela ótica de nossas tendências, imaginando conviver
Com gente assim.
Em outras palavras, o mundo, a cidade, a família tem a cor que lhe damos através das nossas lentes.
Se nossas lentes estão escurecidas pelo pessimismo, tudo à nossa volta nos parecerá escuro.
Tudo, para nós, parecerá constantemente envolto em trevas.
Se nossas lentes estão turvadas pelo desânimo, o universo que nos rodeia se apresenta desesperador.
Mas, se ao contrário, nossas lentes estão clarificadas pelo otimismo, sentiremos que em todas as situações
Há aspectos positivos.
Se o entusiasmo é o detergente das nossas lentes, perceberemos a vida em variados matizes de luzes e cores.
A cor do mundo, da cidade e da família, portanto, depende da nossa ótica.
O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior.
Amados, que nossa família evangelize na ótica de Deus e não do mundo.

23 de maio de 2010

Aos olhos do pai - The eyes of the father - Diante do Trono

Homenzinho Torto

Infância Missionária

devemos incentivar as crianças a participarem da infancia issim estaremos formando pessoas solidarias porque o futuro pertence a elas...



PAROQUIA N S FATIMA Infancia missionaria.AVI

OS SETE DONS DO ESPÍRITO SANTO

Enquanto os dons da inteligência e da ciência vêm em auxílio da nossa fé e o temor de Deus auxilia a nossa esperança, o sétimo dom, o da sabedoria, vem em auxílio da nossa caridade.

OS SETE DONS DO ESPÍRITO SANTO

1) TEMOR DE DEUS
2) PIEDADE
3) FORTALEZA OU FORÇA
4) CONSELHO
5) INTELIGÊNCIA
6) CIÊNCIA
7) SABEDORIA

Os dons do Espirito Santo

1) O dom do temor de Deus – não é tanto o medo de sermos castigados pelos nossos pecados, mas o de mancharmos o reflexo de Deus em nossa alma, de entristecermos o Espírito Santo que habita em nós, de causar a menor mágoa àquele que deu por nós a sua vida. O temor de Deus nos leva a estarmos atentos para não cair em pecado, que nos separa de Deus, quando a falta é grave e pleno o consentimento.


2) O dom da piedade – não significa tanto pena ou compaixão, como hoje se pensa, mas o sentimento que os filhos devem ter em relação aos pais. Assim sabemos que Deus é nosso Pai e Criador, não podemos nos conformar em vê-lo substituído por um ídolo, obra das mãos humanas. O dom da piedade nos leva, portanto, a nos sentirmos filhos de Deus, o Pai nosso que está no céu e a nos esforçarmos por nos tornar semelhantes a Ele. “ sede perfeitos como o Pai celeste é perfeito”.


3) O dom da fortaleza ou força – nem todos precisamos chegar ao martírio do sangue derramado, mas todos precisamos do dom da fortaleza para vencer o respeito humano, resistir às zombarias e jamais renegar a nossa fé!


4) O dom do conselho – nos mostra quais os meios que devemos usar, não para “vencer na vida” mas para progredir no amor a Deus e levar os outros a Ele.


5) O dom da inteligência – nos leva a sentir de tal modo a existência de Deus, que desejamos nos ocupar cada vez mais com ele, buscando penetrar melhor nos seus mistérios.


6) O dom da ciência – nos ajuda sobretudo, a compreender os planos de Deus, isto é, a Sagrada Escritura, o Evangelho e o catecismo.


7) O dom da sabedoria – não significa que tenhamos grande número de conhecimentos, mas em sabermos procurar o caminho certo para chegar ao convívio com Deus. Pelo dom da sabedoria sabemos ver a mão de Deus em nossa vida e colaborar com seus planos, como fez Maria, quando disse: “Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua vontade”. Sabedoria lembra sabor e o dom da sabedoria nos leva a saborear as coisas de Deus e seus desígnios.

13 de maio de 2010

Ser catequista, mais que um chamado, um desafio.

Lembro-me do dia que foi chamada a ser catequista ,o Padre Luis durante a homilia queixava-se que a “mece era grande mas os trabalhadores era poucos” ,depois de uma linda proclamação do Evangelho ,foi quando decidi a me colocar disposição da catequese e aprender tudo que necessário para passar as pequeninos o carinho e o amor de Jesus,guardo com carinho a lembrança da docilidade e da clareza que me proporcionou ao me apresentarem o Cristo de uma forma tão real no CPC.

Hoje como catequista e coordenadora paroquial da catequese vejo que a catequista não está no grau mais alto, mas em contrapartida encontra-se no mais próximo do seu objeto de trabalho: que são as nossas crianças, jovens e adolescentes. Uma má formação deste membro da comunidade pode prejudicar e afastar. Um cuidado especial deve-se ter com as sementes que semeamos, se faz necessário preparar bem os nossos catequistas sempre tendo o mesmo objetivo levar o Amor de Deus a todos e fazer com que ELE seja amado e Glorificado por todos. Somos jardineiros de gente, já dizia a nossa coordenadora geral Irmã Inês

Quando comecei o meu trabalho, optei em ser aquela catequista que faria a diferença na catequese. Escolhi o amor pelos pequenos, escolhi ser próximo e não diferente dos demais (catequizados). As opções para se trabalhar o catequizando, catecúmeno, crismando, e a perseverança. Escolhi ser a amiga, mas querida de meus catequizados. Dividi segredos, ouvi muitas 'confissões' e orientei conforme nossa doutrina.Hoje vejo o carinho que tem por Jesus e por mim e fico muito feliz quando escuto um criança dizer que ama a catequese e quer ser catequista quando crescer

Como é importante mostrar a luz que vem do Pai, mas devemos deixar claro que somos pessoas humanas que também falhamos. Anunciamos a palavra de Deus, a palavra que eles querem conhecer melhor e que vamos mostrar como se deve vivenciar com nossas ações. E que o nosso aprendizado, de catequistas, não cessem... pelo contrário, continua a cada turma que por nossas vidas passam.

o diferencial da boa liderança reside num ponto crucial : "o catequista que se empossa do cargo e faz-se diferente demais, afasta de si a riqueza de compartilhar momentos de superação e dor. Não que desejamos tomar para nós a cruz alheia, mas nos compete sim orientar e ajudar nas quedas. Sejamos o Sirineu, acolhamos na igreja para que o mundo não adote de forma errônea. Afinal, somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos e cultivamos. Cultivemos o amor. Acolher o pecador e limpar suas feridas, esta é mais uma de nossas missões!

Fiquem com Jesus e Maria,
Coordenadora e catequista
Márcia Barcelos

11 de maio de 2010

Pentecostes PARÓQUIA SÃO CRISTOVÃO CATEQUESE FASE 2ª

O Que é Pentecostes ?
O Espírito Santo, que Deus prometera aos Profetas que cinqüenta dias após a festa pascoal, ___dias de espera, período de preparação para a vinda do Espírito Santo.
Recebei o Espírito Santo; a quem perdoardes os pecados, fiquem perdoados ... ' (Jo 20,21)

Com sua vinda os Apóstolos recuperam as forças perdidas, e renovam o entusiasmo, aumentam o valor e a coragem para dar testemunho diante de todo o mundo de sua fé em Jesus Cristo.
Até este momento, mantinha trancadas as portas de medo dos judeus. Depois que o Espírito desceu sobre eles na forma de línguas de fogo, se libertaram do medo e aumentou a coragem. Agora não só falamos de Jesus, mas agimos como Jesus. Fomos transformados, conhecemos a vontade de Deus e temos a força para dar testemunho do Evangelho. Temos uma missão a cumprir no mundo. O Espírito Santo á o amor que nos estreita ao Pai, e a Jesus Cristo e entre nós.

O Senhor disse a seus discípulos: Ide e pregai a todas as nações; batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Com este mandato lhes dava o poder de regenerar os homens em Deus.

Responda e complete a cruzadinha:

Em que sacramento recebemos os dons do Espírito Santo?___________________________
Como desceu sobre os apóstolos o Espírito Santo?_________________________________
O espírito Santo é o _________________que nos estreita ao Pai,e a Jesus Cristo.
Quais são os dons?C_______________,P_________________,E____________________,
F_______________,_C________________,S_______________,T____________________.



Os dons:Fortaleza,Sabedoria,Entendimento,Ciência,Conselho.Piedade,Temor de Deus.

Fortaleza, também chamado "dom da coragem", imprime em nossa alma um impulso que nos permite suportar as maiores dificuldades e tribulações, e realizar, se necessário, atos sobrenaturalmente a nossa força vem de Deus. Porque, não temos coragem de nos empenharmos em grandes obras. Imaginem o bem que poderíamos fazer se ainda não fôssemos tão comodistas. Paulo afirma: "Tudo posso naquele que me fortalece". E nos diz mais: pode suportar as maiores dificuldades e tribulações e praticar, se necessário, atos bons.

Piedade produz em nós uma afeição filial para com Deus, adorando-o com amor sobrenatural e santo ardor, e uma terna afeição para com as pessoas e coisas divinas. Aprimora em nós a virtude da justiça, sob todas as suas formas: a da religião, da piedade e da gratidão. Pela virtude da justiça, damos ao outro (a Deus ou ao próximo) aquilo que lhe pertence. Pelo dom da piedade, damos ao outro tudo o que podemos dar, sem medidas. Deus nos trata com piedade. Dá-nos o que necessitamos, muito mais do que aquilo que merecemos. O dom da piedade é auxiliado por duas virtudes teologais: a virtude da esperança e a virtude da caridade. Pela virtude da esperança participamos da execução das promessas de Deus e, pela virtude da caridade, amamos a Deus e ao próximo.

Sabedoria de nossa parte, temos de ter a sabedoria de ir colhendo uma coisa depois da outra. Quando o Senhor nos dá uma palavra de profecia, de ciência, de discernimento ou qualquer revelação, temos de procurar discernir se aquilo que recebemos deve ser dito, quando deve ser dito e como deve ser dito. Porque alguns são afogueados. Receberam um dom, uma palavra de profecia, e a pessoa é tão apressada que já quer dizer. Mas você perguntou ao Senhor se essa palavra de profecia deve ser comunicada? Muitas vezes, trata-se de uma palavra para ser comunicada aos líderes, aos coordenadores, aos encarregados e não ao grupo.Imaginem que eu chegue a uma cidade dizendo: Preparem-se, porque dentro em breve um terrível terremoto acontecerá aqui, as casas haverão de desabar; preparem-se, preparem o meu povo... Vejam que confusão. E o povo com medo. Como se preparar? Diante de uma palavra dessas, o que eu deveria fazer? Primeiro, Orar ao Senhor para saber como e quando o Senhor quer que eu diga, e para quem o Senhor quer que eu diga. Depois de eu ter certeza de ter recebido uma palavra de profecia, tenho de perguntar ao Senhor e, de acordo com a resposta dele, ser dócil, Todos nós temos de ter essa responsabilidade. Quando o Senhor me disser: "Você vai falar a tais pessoas, desse jeito e nessa hora", aí eu falo. Falo, mesmo que falar me arrebente. Para que pedir ao Senhor sabedoria no uso dos dons? Para ministrar o remédio certo a nosso povo, para que aquilo que o Senhor quer nos dar não se torne veneno. O Senhor quer que nós vivamos a sabedoria. Vive-se a sabedoria com humildade, com paciência, dando tempo ao tempo, perguntando ao Senhor como, quando e a quem manifestar os seus dons. Não adianta fazer as coisas que nós achamos boas: "Eu acho..." "Ah, eu pensava...". O povo diz que de pensar morreu um burro. A sabedoria se faz a partir daquilo que o Senhor nos manda fazer. Quando fazemos as coisas segundo nosso entendimento, perdemos a unção: "Porque eu acho, porque eu penso, . Às vezes pensamos que a sabedoria do Senhor é assim: ele nos dá sabedoria, e ficamos sábios, sabemos tudo. Já sabemos como nos conduzir. O que fazer, o que não fazer, que ordens dar, como educar os filhos,. A pessoa pensa que agora sabe de tudo: "Eu recebi sabedoria...", e fala até grosso, "porque agora eu tenho sabedoria". E não é assim. A sabedoria do Senhor é dada a quem for manso como as ovelhas. A ovelha precisa continuamente da direção do pastor: "Agora é para cá, agora é para lá, agora é mais pra lá, e agora é para cá".

Ciência e este o dom que os ajudam a estimar as coisas corretamente na essencial confiança no Criador.Assim ele descobre o significado da criação vendo as coisas como verdadeiras e real, embora limitadas, manifestações da Verdade, Beleza, e do infinito Amor que é Deus, e conseqüentemente ele se sente impelido em traduzir esta descoberta em louvor, canção, oração, e ação de graças. Isto é o que o Livro de Salmos sugere tão freqüentemente e de tantas maneiras. Quem não recorda de alguns exemplos disto que nos eleva a alma a Deus? " Os céus estão contando a glória de Deus; e o firmamento proclama sua obra" (Salmo 18 [19]:2 " Louve o Senhor dos céus, o louve nas alturas.... Louve o, sol e lua, louve as estrelas (Salmo148:1,3) Iluminado pelo dom do Conhecimento, o homem descobre ao mesmo tempo a distância infinita que separa as coisas do Criador, sua limitação, o perigo que elas podem apresentar, quando, pelo pecado, ele faz uso impróprio delas. É uma descoberta que o conduz a perceber com nós podemos dizer, que a experiência dos cinco Bem Aventurados de quem tive a alegria de elevá-los a honras dos altares hoje.

Conselho, também chamado "dom da prudência", nos faz saber pronta e seguramente o que convém dizer e o que convém fazer nas diversas circunstâncias da vida. É um dom de santificação que nos faz viver sob a orientação do Espírito Santo.Por ele, o Espírito Santo nos fala ao coração e nos faz compreender o que devemos fazer. Agimos sem timidez ou incerteza,por este Dom falamos ou agimos com toda confiança.Jesus nos fala o que convém dizer, guiados pelo dom do conselho: "Quando fordes presos, não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar, nem pelo que haveis de dizer: naquele momento ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito do vosso Pai que falará em vós." (Mat 10,19-20).Há diversos graus de abertura ao dom do conselho: No primeiro grau, consegue-se fazer com rapidez e segurança tudo o que é da vontade de Deus nas coisas necessárias para a vida espiritual.
No segundo grau, o dom do conselho nos conduz também nas coisas que não são obrigatórias, mas que são convenientes e úteis para nos levarem a Deus. No terceiro grau, o dom do conselho nos faz caminhar com segurança, sem tropeços ou timidez, pelos caminhos do Senhor.

Entendimento, também chamado "dom da inteligência" ou "dom do discernimento" (diferente do discernimento dos espíritos), nos dá uma compreensão profunda das verdades reveladas, sem contudo nos revelar o seu mistério. Só teremos plena compreensão do mistério quando estivermos face a face com Deus Faz-nos ver o que é divino sob a aparência do que é material. Por exemplo, crer em Jesus vivo e real nas espécies eucarísticas, o pão e o vinho. É bem conhecido o milagre de Lanciano ocorrido no século VIII. Um sacerdote, ao consagrar o pão e o vinho, teve uma dúvida de fé: será que eles realmente se transubstanciariam no corpo e no sangue de Cristo? Ocorreu, então, um milagre. O pão transformou-se em carne e o vinho em sangue. Até os nossos dias podem-se ver, em Lanciano, a carne e as gotas de sangue, sem deterioração, o que é uma confirmação de que Jesus está vivo e ressuscitado! Pelo dom do entendimento constata-se a graça de Deus nos sacramentos.

Temor de Deus .Este don não quer dizer que devemos ter medo de Deus e sim ,respeitá-lo como nosso senhor e criador devemos dar e Ele toda a honra e gloria por todos os tempos.

Eternamente Mãe

MÃE...
que na presença constante me ensinou
na pureza do seu coração a vislumbrar
caminhos...

MÃE...
dos primeiros passos, das primeiras
palavras...

MÃE...
do amor sem dimensão, de cada momento,
dos atos de cada capítulo de minha vida
não ensaiados, mas vividos em cada
emoção...

MÃE...
da conversa no quintal, do acalanto do
meu sono aquecido de amor, aninhada
em seu coração...


MÃE ...
do abraço, do beijo que levo na
lembrança...

MÃE...
é você que me inspira a caminhar...

MÃE...
a presença de cada passo que o
tempo não apaga: por mais longo
e escuro que seja o caminho, haverá
sempre um horizonte...

MÃE...
Mulher a quem devemos a vida,
que merece o nosso respeito,
nossa gratidão e nosso afeto.

Mãe...TE AMAMOSSSSSSS!!!

8 de maio de 2010

Amor de Mãe

O Amor da mãe pode ser traduzido
em uma palavra:
doação.
Falar desse sentimento é entender que ele
é a mais completa forma de amor.
Um amor que se doa,
coloca em primeiro plano o bem-estar,
a segurança de um outro ser.
Impossível falar de mãe
sem falar da pureza de um amor,
que diante de todo o sofrimento disse Sim:
Maria.
Uma mãe que,
como tantas mães em nosso país,
olha com lágrimas nos olhos o presente
e o futuro árduo do filho.
Talvez seja por isso que a mãe Maria
se expressa em cada olhar de mãe,
em cada gesto de doação da mulher.
No rosto de uma mulher que assume
a maternidade inteiramente,
mesmo diante de tudo o que há de vir,
há a presença iluminada de um lado vivo,
mas esquecido por todos,
homens e mulheres:
O AMOR de Mãe!!!!

6 de maio de 2010

Liturgia infantil!!!

Toda quarta feira ás 18:30 temos na paróquia a liturgia infantil preparando a missa de domingo.As catequistas Marlene,Paula e Anete estão sempre prontas para ensaiar uma encenação ou outra animação para as missas dominical ,compareça e confira vai ser ótima a sua participação!!!!

Coroação de Nossa Senhora!!!!

Muitas crianças quizeram participar da coroação de nossa Senhora no domingo passado(02.05.2010),foi muito linda!!!Porque as crianças fizeram a coração, com muito amor .a participação delas na liturgia infantil tem sido algo de grande valor para as catequistas pois a cada dia aprendemos com a pureza de coração dessas anjinhos....Amo muito vocês!!!!que DEUS abençõe todas as crianças e as protejam.

3 de maio de 2010

"MARIA MÃE DE DEUS"

Todo cristão deve ter uma cabeça e um coração. O cristã tem Jesus Cristo como Cabeça e Maria como Coração.

O coração é o motor que impulsiona e dá força. Maria Santíssima foi aquela que nos primeiros dias da Igreja dirigiu os Apóstolos, os animou, orientou e lhes deu as energias de que necessitavam para sair pelo mundo afora e evangelizá-lo.

Maria foi a alma da primitiva comunidade cristã.
O anjo Gabriel, ao anunciar a Maria sua missão celestial, cumprimentou-a, chamando-a "cheia de graça". Maria esteve tão repleta de graça, que não a teve somente para si, mas em tanta quantidade a ponto de dá-la também a nós. Não é por nada que a Igreja a chama de "Mãe da Divina Graça" e "Medianeira de todas as graças".

Realmente, Maria foi a fonte generosa da qual todos podemos beber a água da graça de Deus. Não podemos viver sem a graça, visto que sem a graça estamos mortos diante de Deus e por isso viver sem a graça é pretender viver qual morto, sem vida, o que é um absurdo.

Recorramos à fonte que é Maria e saciaremos nossa sede de graça e de vida.

Maria é Medianeira de todas as graças, de cuja generosidade todos temos recebido.

Outra das belíssimas invocações das ladainhas lauretanas com que invocamos a doce virgem Maria é: "Rainha da Paz".

Não somente porque a paz social nos virá pela intercessão da Virgem Maria, conforme ela mesma nos prometeu em suas aparições de Fátima, mas porque a Virgem nos proporciona a paz da alma; ela gozou de uma autêntica e profunda paz na sua alma, porque sempre teve a Deus pelo amor; a intimidade da alma de Maria foi tranqüila e serena, mansa e pacífica; seu Coração não foi perturbado por nenhuma turbulência nem agitação.

Quem não quer gozar de paz, quem não busca a paz exterior e interior? Acontece que não poderemos gozar da paz exterior, se não a tivermos no interior; mal se pode viver em paz com os outros, se não se vive em paz consigo mesmo.

Maria viveu integrada à Sagrada Família de Nazaré onde tudo era oração, trabalho e amor.

Virgem do silêncio, que fez silêncio em seu Coração, para poder ouvir de um modo mais perfeito a Palavra de Deus! O anjo encontrou Maria retirada em seu aposento, em silêncio, sem atividade, em profunda oração de contemplação, deixando que o Espírito Santo operasse nela.

Pareceria que nós agimos de maneira contrária, sempre falando, sempre em atividades, desenvolvendo intenso dinamismo, vivendo fora de nós, vivendo a vida dos outros e não a nossa.

Vida de ouvidos, de língua, de mãos e pés, de atividade e movimento; talvez fosse o caso de se ter que equilibrar tudo isso com a vida de silêncio, de retiro, de oração e de contemplação.

Maria leva paz e união aos lugares em que é invocada com o santo Rosário.

Se o encontro com Deus produz felicidade, a busca e o encontro da Mãe do céu enchem e satisfazem plenamente nosso coração.

Como o encontro da mãe e do filho é causa de felicidade para ambos, o encontro e o relacionamento do cristão com a doce Mãe produzem profunda satisfação, tanto nela como no cristão, seu filho.

E que tamanha e firme alegria se vive, quando alguém se sente tão unido a Maria pelo amor, quando sabemos que ela é nossa verdadeira Mãe e nos ama e cuida de nós como tal!

Não esqueçamos, portanto, de cada dia deixar-nos levar pelas mãos de Maria, invoquemo-la, recebamo-la, acorramos a ela com confiança e amor de verdadeiros filhos.

Maria há de ser sempre vista como o protótipo vivo de todo cristão que vive o Evangelho.

1 de maio de 2010

A SANTA MISSA

Missa, ou Celebração Eucarística, é um ato solene com que os católicos celebram o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando a Última Ceia.

A nossa refeição sempre,reúne em torno da mesa pessoas com mesmo proposito de adorar a Deus - é um momento de partilha, de confraternização, de amizade.

Há dois mil anos também era assim. E foi na ceia que Jesus escolheu para reunir Seus apóstolos durante a Páscoa do ano de Sua morte. Com certeza Jesus queria um ambiente de confraternização e cordialidade para esse encontro que, só Ele sabia, seria o último a reunir o grupo todo.

Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias cultuais judaicas. No início o hospedeiro tomava um pedaço de pão, erguia um palmo acima da mesa e dizia uma breve oração antes de dividir o pão com todos. E na Páscoa, para assegurar as graças divinas, a ceia incluía o sacrifício de um cordeiro.

Mas, dessa vez, no início Jesus tomou o pão, partiu e, no lugar da oração convencional, disse “Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo que será entregue por vós”. pronunciando aquelas palavras, Jesus Se colocava no lugar do cordeiro sacrificado habitualmente e os pedaços do pão que distribuía eram o Seu corpo - que brevemente, pelo sacrifício na cruz, seria entregue para a salvação de toda a humanidade.

No fim da ceia Jesus tomou o cálice de vinho e o abençoou dizendo “Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados”.

Ao dizer Nova Aliança (o mesmo que Novo Testamento), Jesus quis demonstrar que não valia mais a Antiga Aliança (ou Antigo Testamento) pela qual Deus havia escolhido apenas Israel para ser o Seu povo. A Nova Aliança estabelecia uma nova relação entre Deus e os homens. Com ela, não apenas Israel mas todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus.

E, para deixar esta mudança marcada no coração dos homens de uma forma especial, Jesus terminou dizendo “Fazei isto em memória de mim”.

Assim foi instituído o sacramento da Eucaristia, que é o ritual central da Missa e a memória da paixão de Cristo. Nesse ritual, através da comunhão mostramos nossa gratidão por poder partilhar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
ritual da Missa justamente revive todos os momentos daquela memorável refeição com o mesmo sentido de fraternidade. São quatro partes ou momentos bem distintos.

A primeira parte da Missa, os Ritos Iniciais, marca a chegada e a reunião de todos os convidados em torno da mesa.

Segue-se uma animada conversa entre amigos que se encontram: é a segunda parte, a Liturgia da Palavra, o alimento espiritual, a palavra de Deus - a Boa Nova que Jesus sempre pregava.

A terceira parte é o momento central de toda ceia - todos vão alimentar-se. É a Liturgia Eucarística, o coração da Missa. Ela revive o mistério pascal de Cristo, isto é, Sua morte e ressurreição.

Com a consagração feita sobre o altar, a hóstia adquire as propriedades do corpo de Jesus. E como fizeram os apóstolos naquela ceia, os fiéis também tomam seu alimento sólido (o pão, agora em forma de hóstia), e podem tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas ocasiões o celebrante imerge a hóstia no cálice de vinho antes de oferecê-la ao fiel).
A Eucaristia recorda esse momento de comunhão. Na Eucaristia os fiéis ressurgem com Cristo para uma nova existência.
Encerrando a Ceia, a bênção e a despedida dos Ritos Finais têm o mesmo sentido da bênção dada por Jesus a seus discípulos após Sua ressurreição: nesse momento Jesus os enviava para apregar pelo mundo a palavra de Deus.


Missa começa com a assembléia, de pé, saudando a chegada do celebrante e dos ministros com o Canto de Entrada, o primeiro dos três cânticos tradicionais na liturgia (os outros dois cânticos tradicionais são o Senhor e o Glória).
Chegando ao presbitério, o celebrante e os ministros saúdam o altar e todos fazem o sinal da cruz. É importante notar que a assembléia não se reúne em seu próprio nome, mas em nome da Santíssima Trindade. Fazer o sinal da cruz significa dizer “Nós nos reunimos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
Depois da saudação, é usual o celebrante dizer algumas palavras sobre a Missa do dia.
Em seguida, o celebrante convida os fiéis a uma confissão geral e conclui com a absolvição. Aqui não se trata de uma confissão regular, mas apenas de uma forma de os fiéis tomarem consciência de sua condição de pecadores. Na medida em que a pessoa reconhece sua pequenez, sua condição de pecador, Deus pode vir-lhe ao encontro com Sua graça.
Este reconhecimento pode ser feito por uma oração (“eu pecador, me confesso...”) pela leitura de versículos bíblicos (“Tende compaixão de nós, Senhor”) ou por uma ladainha.

Nesta ladainha “Senhor, tende piedade de nós”, os fiéis aclamam o Senhor e imploram Sua misericórdia.
Nos domingos fora do Advento e da Quaresma, em solenidades, em festas e celebrações mais solenes os ritos iniciais incluem o Glória, hino cantado ou recitado por todos.
O Glória é uma espécie de salmo composto pela Igreja e representa um solene ato de louvor ao Pai e ao Filho.

O celebrante diz “Oremos” e faz um minuto de silêncio para que todos sintam bem a presença de Deus e formulem interiormente seus pedidos.
O rito de entrada se encerra com a Oração do Dia, ou Coleta, que consiste numa súplica coletiva (daí o nome Coleta) a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo.
A Oração do Dia tem sempre três elementos: a invocação dirigida a Deus, um pedido que se faz e a finalidade do pedido.

A preparação espiritual dos fiéis para a Eucaristia,
que é o momento central da
Missa, é feita com a leitura e interpretação da
palavra de Deus, com uma reafirmação de fé cristã e
com uma oração ao Senhor pedindo para as
necessidades coletivas.
Durante as refeições as pessoas conversam, relatam acontecimentos. Toda conversa é sempre um enriquecimento espiritual, e na Missa também é assim. A Liturgia da Palavra é o alimento espiritual nesta ceia que a Missa reproduz. É a catequese, o ensinamento dos mistérios que são o fundamento da fé.
Na Missa os fiéis vão participar da Eucaristia, instituída por Jesus há 2.000 anos. Por isso, se a gente entender o que Jesus e os apóstolos pensavam naquele momento fica mais fácil entender os motivos que levaram Jesus ao sacrifício na cruz. É isso que as leituras procuram fazer.

Os fiéis sentam-se para ouvir primeiro a Palavra de Deus revelada pela Primeira Leitura, que é a leitura de um trecho do Antigo Testamento e que, nos dias de semana, pode ser também um trecho das Epístolas dos apóstolos ou do Apocalipse (No tempo Pascal a leitura é dos Atos dos Apóstolos). Esses escritos ajudam a compreender melhor a missão e os ensinamentos de Jesus, que o Novo Testamento nos apresenta.
Os fiéis declaram aceitar a Palavra que acabaram de ouvir dizendo em seguida o Salmo Responsorial.

A Segunda Leitura é reservada para os domingos e dias festivos da Igreja. Esta leitura é feita das Epístolas ou dos Atos dos Apóstolos, ou do Apocalipse.
A Segunda Leitura procura ter sempre alguma relação com o texto da Primeira, tornando mais fácil compreender a mensagem apresentada.

Terminada a Segunda Leitura, os fiéis levantam-se para aclamar “Aleluia!”. Chegou um momento muito importante e de grande alegria: eles irão ouvir a Palavra de Deus transmitida por Jesus Cristo. É a leitura do Evangelho.

O Evangelho é, de fato, o ponto alto da Liturgia da Palavra. Jesus está presente através da Sua Palavra, como vai estar presente também depois, no pão e no vinho consagrados.

Completa-se a leitura dos textos bíblicos (com a Leitura do Evangelho).E durante a homilia o celebrante explica, então, com suas próprias palavras os fatos narrados nos textos.
Esta interpretação é a homilia, uma pregação pela qual ele traduz e aplica a Palavra de Deus aos nossos dias.
A homilia é obrigatória aos domingos e nas festas de preceito, e recomendável nos demais dias.

Depois de ouvir a Palavra de Deus, de novo de pé os fiéis fazem uma declaração pública de que acreditam nas verdades ensinadas por Jesus. Isto é, reafirmam que estão, todos, unidos pela mesma crença num só Deus, o Deus que lhes foi revelado por Jesus.

Essa declaração é o Credo: “Creio em Deus Pai...”

Os fiéis reafirmaram sua crença. Então se dirigem em conjunto a Deus dizendo de seus anseios, necessidades e esperanças através da oração dos Fiéis ou oração Universal que o celebrante recita e onde, a cada pedido, os fiéis suplicam “Senhor, escutai a nossa prece!”.

É quando se pede pela Igreja, pelos que sofrem, pelas necessidades do país, pelas necessidades da comunidade onde se realiza a Missa etc.

Os fiéis, cheios de gratidão, oferecem a Deus o fruto
do seu trabalho, louvando o Senhor e bendizendo
Seu Filho, em cujo corpo serão transformados o pão
e o vinho oferecidos. Antes de receber a comunhão
em Cristo, os fiéis se cumprimentam reafirmando a
comunhão entre irmãos - e reafirmam sua adoração
a Deus rezando o Pai Nosso, a oração que
aprendemos da boca de Jesus.

A celebração eucarística se completa com a partilha
do pão e do vinho, a comunhão do sacerdote e o
recebimento da comunhão pelos fiéis.
celebração eucarística é o supremo e mais belo ritual da Missa, reproduzindo com delicadeza o acontecimento central da Última Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia.

A Missa recorda este momento com o Ofertório, a Oração Eucarística e a Comunhão.

Jesus é a Vítima do Sacrifício que se vai realizar sobre o altar. Ali são preparados para o Sacrifício o pão e o vinho, que depois de consagrados se transformam no Corpo e no Sangue de Jesus. Durante a preparação os fiéis permanecem sentados.

O celebrante vai para a frente do altar e recebe as ofertas trazidas em procissão. Pão e vinho e outras ofertas, frutos do trabalho do homem, são apresentados ao altar simbolizando o oferecimento que os fiéis fazem a Deus de suas vidas, cheios de gratidão por todas as graças recebidas. (Por isso esta parte da Missa também é conhecida como Ofertório.)

Entregues as oferendas, de novo de pé os fiéis atendem à convocação do celebrante (“Orai, irmãos e irmãs...”) e pedem a Deus que aceite o sacrifício que elas representam: “Receba o Senhor por tuas mãos (as mãos do celebrante) este sacrifício para glória do Seu nome...”

O acólito derrama um pouco de água sobre os dedos do celebrante enquanto este diz em voz baixa a oração do Lavabo: “Lavai-me, Senhor, da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado”.

Em seguida, o celebrante toma as oferendas - pão e vinho - e as oferece a Deus (“Acolhei, ó Deus, as preces dos vossos fiéis...”).

Chegamos à Oração Eucarística, o ritual central da Missa. É o momento em que Deus vai atender a súplica dos fiéis e santificar as oferendas transformando o pão e o vinho no Corpo e no Sangue de Jesus. O celebrante lembra que agora, mais do que nunca, o pensamento de todos deve estar voltado para o Senhor e por isso trava com os fiéis este diálogo:

- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- Corações ao alto.
- O nosso coração está em Deus.
- Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
- É nosso dever e nossa salvação.

O ritual prossegue com a recitação do Prefácio pelo celebrante. O Prefácio é um verdadeiro hino de ação de graças, um grito de alegria por havermos tido a suprema graça de receber Jesus, nosso Senhor e dom do Pai, que Se sacrificou para nos salvar.

Em nome da assembléia, o celebrante glorifica a Deus e Lhe rende graças por toda a obra da salvação (ou por um de seus aspectos, de acordo com o dia, a festa ou o tempo). De certa forma, o Prefácio anuncia o conteúdo da Oração Eucarística.

Ao Prefácio segue-se a oração “Santo”, pela qual a assembléia proclama a santidade e grandeza de Deus. No início da oração, repetindo “Santo” três vezes os fiéis reconhecem a existência de Deus nas pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Agora estamos todos preparados para o momento da Consagração.Os fiéis se ajoelham, o celebrante estende as mãos sobre o pão e o vinho e pede ao Espírito Santo que os transforme no Corpo e no Sangue de Jesus (“Santificai, pois, estas oferendas...”).

O momento da Consagração é descritivo da Última Ceia. O celebrante relembra e repete os mesmos gestos de Jesus, obedecendo à Sua ordem (“Fazei isto em memória de mim”).

Ergue a hóstia oferecendo-a à consagração. Em seguida ergue o cálice oferecendo o vinho igualmente à consagração.

Acontece a transubstanciação. Pão e vinho adquirem as propriedades do Corpo e do Sangue de Jesus.

A Eucaristia é o Sacramento da presença de Jesus ressuscitado. A assembléia, de pé, reconhece isso dizendo “Toda vez que comemos deste pão e bebemos deste cálice anunciamos, Senhor, a Vossa morte e proclamamos a Vossa ressurreição”.

O celebrante ainda ora pela Igreja Católica e pelas necessidades dela e termina esta parte, elevando o pão e o vinho num gesto de oferenda, com uma oração que resume todo o louvor da Oração Eucarística: "Por Cristo, com Cristo, em Cristo, toda honra e toda glória...".

Os fiéis se preparam para receber a comunhão, ou seja, se preparam para receber o Corpo de Cristo e, com esse gesto, comungar, partilhar dos mesmos sentimentos de amor e entrega a Deus que Jesus teve quando Se sacrificou por nós. E não pode haver comunhão com Cristo sem haver antes a comunhão entre irmãos.

Todos rezam, então, o Pai Nosso. E rezam com Jesus, falando com Deus pela boca de Seu Filho. Através desta oração, os membros da grande família presente à celebração reconhecem novamente a Deus como Pai e suplicam a graça de poderem viver como verdadeiros filhos e amarem-se como verdadeiros irmãos em Cristo.

Paz é fruto da justiça. Paz é fruto da igualdade. Paz é tão necessária quanto o ar que respiramos. Quando quis dar aos Apóstolos o melhor de Si, Jesus lhes disse “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.

O celebrante recorda esse momento e ora pedindo a Jesus que nos dê a mesma paz que Ele ofereceu aos Apóstolos. Os fiéis respondem “Amém”, e com isto fazem suas as palavras do celebrante.

Os fiéis, que disseram a Jesus que querem viver na Paz de Deus, demonstram esta disposição com o abraço da paz.

Eles se cumprimentam com um abraço ou um aperto de mão e um sorriso de cumplicidade e amizade. Afinal, estão todos à mesma mesa e vão tomar, juntos, a mesma Refeição. E só podem entrar em comunhão com Cristo e com Deus se estiverem em paz e em comunhão uns com os outros.

Agora o celebrante se prepara para distribuir os alimentos consagrados. Parte a grande hóstia sobre a patena e coloca uma parte no cálice com vinho consagrado.

A fração do pão significa que todos os fiéis vão participar no mesmo Alimento e o gesto de colocar parte da hóstia no cálice simboliza a união do pão e do vinho consagrados: uma vez consagrados, o pão e o vinho formam uma unidade, o Corpo vivo de Cristo, e recordam o mistério da ressurreição.

Antes de receber a comunhão, entretanto, os fiéis fazem ainda uma última confissão de humildade na oração do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo...”).
O celebrante comunga o Corpo de Cristo. Depois comunga o Sangue de Cristo. Em seguida distribui aos fiéis a hóstia consagrada.

Em ocasiões especiais, ou em pequenas comunidades, a Comunhão pode ser feita sob as duas formas, isto é, o sacerdote mergulha a hóstia no vinho antes de oferecê-la ao comungante.

Este é o momento da grande comunhão dos fiéis com Deus, dos fiéis com Cristo, dos fiéis entre si. Os que comem do mesmo Pão passam a formar um só corpo com Cristo e devem ter a mesma disposição que Ele teve em fazer a vontade do Pai: fazer do mundo um reinado de justiça e paz como preparação para a vida eterna.

Ao receber a comunhão o fiel responde “Amém”, confirmando sua fé em Cristo presente na Eucaristia e confirmando que, em Cristo, recebe a todos em sua vida e se compromete a doar-se a seus irmãos.

Finda a comunhão, enquanto se faz a purificação do cálice e da patena, os fiéis permanecem sentados e o celebrante reza em silêncio. Após um momento de fundo recolhimento, pede a Deus em nome de todos que faça frutificar a eucaristia que os uniu, renovando humildemente o pedido de poder participar plenamente da vida cristã.

Os ritos finais encerram a assembléia mas não
encerram o envolvimento espiritual dos fiéis com a
sua Igreja. Abençoados por Deus, eles partem com a
missão de viver a fé cristã na prática diária.
Missa se encerra com a Bênção Final, um Canto Final e a exortação da Despedida.

Todos de pé, o celebrante ergue a mão e marca os fiéis com o sinal da cruz pedindo para eles a bênção do Pai, do Filho e do Espírito Santo – e a comunidade expressa sua alegria cantando uma vez mais
Por fim, a assembléia é despedida.

Nas missas celebradas em latim, o celebrante diz “Ite missa est”, o que significa algo como “Essa é a missão (a ser cumprida)”. Nas missas em português, o celebrante conclui dizendo “Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe”, com o mesmo sentido de liberar a assembléia para cumprir a missão que recebeu de levar aos povos a palavra de Deus.

Os convidados à casa do Senhor saem de coração leve. Não vêem sua presença na Missa como o cumprimento de um dever - sentem-se felizes e distinguidos porque Deus lhes permitiu participar da Sua refeição.

A Missa oferece um enriquecimento do espírito cristão que os fiéis devem continuar vivendo em casa, no trabalho, no lazer.

Os fiéis levam para o seio de suas famílias a vivência da Missa e contribuem para a Missa celebrando a família, que é o alicerce da sua Igreja.