26 de outubro de 2016

Catequese Sacramento da Penitência - Gurizada de Francisco | Como se con...

22 de maio de 2016

Santíssima trindade...

doutrina cristã da Trindade (do latim trinitas"tríade", de trinus "tripla")[1] define Deus como três pessoas consubstanciais,[2] expressões ou hipóstases:[3] o Pai, o Filho (Jesus Cristo) e o Espírito Santo; "um Deus em três pessoas". As três pessoas são distintas, mas são uma "substância, essência ou natureza".[4] Neste contexto, a "natureza" é o que se é, enquanto a "pessoa" é quem se é.[5] [6] [7]
De acordo com este mistério central da maioria das religiões cristãs,[8] existe apenas um Deus em três pessoas. Apesar de distintas uma da outra nas suas relações de origem (como o Quarto Concílio de Latrão declarou, "é o Pai quem gera, o Filho quem é gerado e o Espírito Santo quem realiza"), nas suas relações uns com os outros são considerados como um todo, co-iguais, co-eternos e consubstanciais, e "cada um é Deus, completo e inteiro".[9] Assim, toda a obra da criação e da graça é vista como uma única operação comum de todas as três pessoas divinas, em que cada uma delas manifesta o que lhe é próprio na Trindade, de modo que todas as coisas são "a partir do Pai", "através do Filho" e "no Espírito Santo".[10]
Enquanto os Padres da Igreja viram até mesmo elementos no Antigo Testamento, como o aparecimento de três homens aAbraão no capítulo 18 do Livro de Gênesis, como prenúncios da Trindade, foi no Novo Testamento que eles viram uma base para desenvolver o conceito da Trindade. O mais influente dos textos do Novo Testamento, visto como implicador do ensino da doutrina da Trindade foi Mateus 28:19, que manda batizar "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Reflexão, proclamação e diáĺogo levaram à formulação de uma doutrina adaptada para corresponder aos dados da Bíblia. O esquema mais simples da doutrina foi elaborado em grande parte no século IV, rejeitando o que foi considerado não ser consonante com a crença cristã em geral. Além disso, essa elaboração continuou nos séculos seguintes.[11]
A palavra Trindade não está contida na escritura,[12] nem há uma doutrina expressamente formulada da Trindade. Pelo contrário, de acordo com a teologia cristã, as escrituras "testemunham" a atividade de um Deus que pode ser entendido apenas em termos trinitários.

11 de abril de 2016

Qual o significado do padre partir a Hóstia ao meio?




O padre parte a Hóstia para significar o que Jesus fez: partiu o Pão e distribuiu aos discípulos. O pedacinho que ele coloca no vinho consagrado é sinal de unidade da Igreja; significa a Eucaristia que antigamente o Bispo celebrava e enviava para a outras comunidades onde não tinha Missa.




Origem da Hóstia A palavra hóstia ?


(do latim hostia) quer dizer vítima. Originariamente, era o animal imolado ao sacrifício. Na Antigüidade, chamava-se de hóstia o que era oferecido às divindades. A Igreja Católica teve a idéia de aplicar o termo hóstia a Jesus, que se deixou imolar para a felicidade dos homens









Certa vez, pensando sobre o “Sacramento da Caridade”, me fiz a seguinte pergunta: Por que será que costumamos associar “eucaristia” com “hóstia”. Fala-se em adorar a hóstia, ajoelhar-se diante da hóstia, levar a hóstia em procissão (na festa de Corpus Christi), guardar a hóstia... Uma criança chegou certa vez para a catequista e perguntou: “Tia, quanto tempo falta para eu tomar a hóstia?” (Referia-se à primeira comunhão). Tive então a idéia de ir atrás da origem da palavra “hóstia”. Corri para um dicionário (aliás, vários), e me dei conta que esta palavra vem do latim. Descobri que, em latim, “hóstia” é praticamente sinônimo de “vítima”. Ao animal sacrificado em honra dos deuses, à vítima oferecida em sacrifício à divindade, os romanos (que falavam latim) chamavam de “hóstia”. Ao soldado tombado na guerra vítima da agressão inimiga, defendendo o imperador e a pátria, chamavam de “hóstia”. Ligada à palavra “hóstia” está a palavra latina “hóstis”, que significa: “o inimigo”. Daí vem a palavra “hostil” (agressivo, ameaçador, inimigo), “hostilizar” (agredir, provocar, ameaçar). E a vítima fatal de uma agressão, por conseguinte, é uma “hóstia”. Então, aconteceu o seguinte: O cristianismo, ao entrar em contato com a cultura latina, agregou no seu linguajar teológico e litúrgico a palavra “hóstia”, exatamente para referir-se à maior “vítima” fatal da agressão humana: Cristo morto e ressuscitado. Os cristãos adotaram a palavra “hóstia” para referir-se ao Cordeiro imolado (vitimado) e, ao mesmo tempo ressuscitado, presente no memorial eucarístico. A palavra “hóstia” passa, pois, a significar a realidade que Cristo mesmo mostrou naquela ceia derradeira: “Isto é o meu corpo entregue... o meu sangue derramado”. O pão consagrado, portanto, é uma “hóstia”, aliás, a “hóstia” verdadeira, isto é, o próprio Corpo do ressuscitado, uma vez mortalmente agredido pela maldade humana, e agora vivo entre nós feito pão e vinho, entregue para ser comida e bebida: Tomai e comei..., tomai e bebei...Infelizmente, com o correr dos tempos, perdeu-se muito este sentido profundamente teológico e espiritual que assumiu a palavra “hóstia” na liturgia do cristianismo romano primitivo, e se fixou quase que só na materialidade da “partícula circular de massa de pão ázimo que é consagrada na missa”. A tal ponto de acabamos por chamar de “hóstia” até mesmo as partículas ainda não consagradas! Hoje, quando falo em “hóstia”, penso na “vítima pascal”, penso na morte de Cristo e sua ressurreição, penso no mistério pascal. Hóstia para mim é isto: a morte do Senhor e sua ressurreição, sua total entrega por nós, presente no pão e no vinho consagrados. Por isso que, após a invocação do Espírito Santo sobre o pão e o vinho e a narração da última ceia do Senhor, na missa, toda a assembléia canta: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus”. Diante desta “hóstia”, isto é, diante deste mistério, a gente se inclina em profunda reverência, se ajoelha e mergulha em profunda contemplação, assumindo o compromisso de ser também assim: corpo oferecido “como hóstia viva, santa, agradável a Deus” (Rm 12,1). Adorar a “hóstia” significa render-se ao seu mistério para vivê-lo no dia-a-dia. E comungar a “hóstia” significa assimilar o seu mistério na totalidade do nosso ser para se tornar o que Cristo é: entrega de si a serviço dos irmãos, hóstia. E agora entendo melhor quando o Concílio Vaticano II, ao exortar para a participação consciente, piedosa e ativa no “sacrossanto mistério da eucaristia”, completa: “E aprendam a oferecer-se a si próprios (grifo nosso) oferecendo a hóstia imaculada, não só pelas mãos do sacerdote, mas também juntamente com ele e, assim, tendo a Cristo como Mediador, dia a dia se aperfeiçoem na união com Deus e entre si, para que, finalmente, Deus seja tudo em todos” (SC 48).




Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:




1. Quando você pronuncia a palavra “hóstia”, o que é que lhe vem de imediato na sua cabeça?
2. O que significa a palavra “hóstia”, vinda do latim?
3. Na nossa linguagem cristã, a palavra “hóstia” significa então o quê?
4. O que significa comungar a “hóstia”? 5. O que significa adorar a “hóstia”?



Frei José Ariovaldo da Silva, OFM

9 de abril de 2016

Oficina "Um dia com Aedes "


" Casa comum,nossa responsabilidade"
 tema que foi muito debatido em nossa campanha da Fraternidade deste ano Onde ficamos de trabalhar o ano inteiro este tema .Então resolvemos fazer oficinas com alguns temas

Hoje recebemos em nossa catequese a oficina que apresentou as crianças o mosquito Aedes aegypti. Que é o transmissor de várias doenças.
Pesquisadores da UFRJ trouxeram  a oficina para apresentar aos nossos pequeninos e aos pais.Foi muito interessante por que varias coisas foram esclarecidas a respeito da proliferação do mosquito e foi colocado tbm as causas e como combater.


Encontro de formação do vicariato.

Conhecendo o Doc do Papa Francisco

21 de outubro de 2015

Família deve ser o lugar onde a gente aprende a amar.


A família é o privilegiado lugar escolhido por Deus, para aí derramar a sua benção. Família é lugar de acolher essa benção e multiplicá-la. É o lugar onde Deus se revela; é lugar onde se revela Deus. Nela o ser humano aprende a crescer segundo o projeto de Deus. Família deve ser o lugar onde a gente aprende a amar, pois Deus criou o homem à sua imagem e semelhança: chamando-o a existência por amor, chamou-o ao mesmo tempo ao amor. (Livro Famílias Restauradas – Pe. Léo – SCJ)

Deus é amor e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a sua imagem e conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, assim a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão. O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação do ser humano. (Exortação Apostólica Familiaris Consortio – Papa João Paulo II)

A família humana é ícone da Trindade tanto pelo amor interpessoal, como pela fecundidade do amor. (Reflexão do Papa Bento XVI, Festa da Sagrada Família de 2009)


“Deus quis revelar-se nascendo numa família humana, e portanto a família humana tornou-se ícone de Deus! – salientou o Papa. Deus é Trindade, é comunhão de amor, e a família é a sua primeira e imediata expressão. O homem e a mulher, criados à imagem de Deus, no matrimônio tornam-se numa única carne, isto é uma comunhão de amor que gera nova vida. 

O Santo Padre falou também da importância da educação cristã, começando por salientar que a família cristã está consciente de que os filhos são dom e projeto de Deus. Portanto não os pode considerar com uma posse própria, mas servindo neles o desenho de amor do Pai é chamada a educá-los á liberdade maior que é precisamente aquela de dizer “sim” a Deus para fazer a sua vontade.

Deste “sim” a Virgem Maria é o exemplo perfeito. A ela confiamos todas as famílias, rezando em particular pela sua preciosa missão educativa, disse o Papa.

“Deus, vindo ao mundo no seio de uma família manifesta que esta instituição é caminho seguro para o encontrar e conhecer, assim como um apelo permanente a trabalhar pela unidade de todos à volta do amor. Daí que um dos maiores serviços que nós cristãos podemos prestar aos nossos semelhantes – salientou o Papa - é oferecer-lhes o nosso testemunho sereno e firme da família fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, salvaguardando-a e promovendo-a pois ela é de suma importância para o presente e o futuro da humanidade. Efetivamente a família é melhor escola onde se aprende a viver aqueles valores que dignificam a pessoa e fazem grandes os povos. Peço a Deus – disse depois o Santo Padre – que nos vossos lares se respire sempre o amor de total entrega e fidelidade que Jesus trouxe ao mundo com o seu nascimento, alimentando-o e fortalecendo-o com a oração diária, a pratica constante das virtudes, a compreensão recíproca e o mutuo respeito.

O mundo de hoje prega que a família é uma instituição falida, em extinção, que não serve para os moldes da vida moderna. E para nos convencer disto, a cada dia quer nos tornar mais individualistas, nos levando a pensar cada vez mais em nós mesmos, no meu prazer, na minha carreira profissional, no meu bem estar e a esquecer das pessoas, inclusive aquelas que estão mais próximas de nós, nossos familiares. Nos fazem pensar que podemos viver isolados e desta forma seremos felizes. Isto é uma grande mentira.
A família foi instituída por Deus, (como podemos ver em Gen 1, 27-28) e encontraremos a verdadeira felicidade, a partir do momento que nos tornarmos aquilo que realmente somos, imagem e semelhança de Deus, que é amor e nos criou para o amor e é na família que Ele nos molda a sua imagem e semelhança. É através do amor concreto, vivenciado de forma íntima por nossos pais que fomos concebidos e é a vivencia continua deste amor entre eles que nos levará a experimentar e vivenciar este amor, que é a nossa essência e assim a vivência deste amor de forma íntima e profunda com o nosso cônjuge, nos levará a conceber os nossos filhos e a continuidade desta vivência, nos levará a formar os nossos filhos segundo o amor.
Por isso devemos responder a este apelo de Deus, feito através do Papa João Paulo II – Família torna-te aquilo que és. Comunidade de vida e de amor – vivenciando o amor de forma concreta, em particular nas pequenas coisas, a esposa que cuida de seu marido, prepara para ele o jantar com todo amor, que mantém a ordem da casa, de forma que seja um descanso para ele, quando chegar do trabalho, em contrapartida o esposo, que cuida da esposa, que é atencioso com ela, que lava uma louça do jantar, para que os dois depois possam ficar juntos com os filhos, conversarem, brincarem viver a família. Estes são pequenos exemplos, para te levar a refletir, o que hoje posso fazer para que o meu cônjuge se sinta amado e experimente o amor, o cuidado de Deus, através do meu gesto de amor para com ele e assim também para com nossos filhos.
O amor é simples, porém é preciso fazer uma escolha por amar, por fazer o outro feliz.
Abaixo segue uma breve história para nos ajudar a entender um pouco sobre o que é preciso para percorrermos esse caminho.
Uma jovem casada a um ano, estava passando grandes dificuldades com seu esposo, em nada entravam em acordo sempre discutiam e já estavam prontos para se separar. Quando estava decidida por sair de casa, esta jovem conheceu um casal que fazia 50 anos de casado e quando se aproximou deles percebeu que eram muito felizes. 
Quando teve uma oportunidade se aproximou da senhora, contou para ela sua história de recém-casada e perguntou para ela o segredo de tanta felicidade depois de tanto tempo juntos a senhora, respondeu: todos os dias de manhã o meu esposo vai a padaria e traz um delicioso pão, pois ele sabe que eu gosto muito, porém todos os dias eu dou para ele a ponta do pão que é a parte que eu mais gosto, pois o meu desejo é fazer o meu esposo feliz. 
Ainda não convencida, em outra oportunidade ela fez a mesma pergunta para o senhor, qual era para ele o segredo de tanta felicidade, depois de tanto tempo juntos e ele respondeu: todos os dias de manhã minha esposa no café me dá a ponta do pão para comer. E a jovem inquieta, perguntou: mas que segredo tem nisto. O segredo é que eu não gosto da ponta do pão, mas mesmo assim eu como somente para fazê-la feliz.

25 de setembro de 2015

FAMÍLIA, LUGAR DE PERDÃO...


Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.
Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.
É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.
Papa Francisco.

Senhor Jesus abençoe todas  as Famílias de vocês!!!