Sou catequista desde 2000 ,minha história começou quando minha filha aos 7 anos questionou que não

13 de fevereiro de 2018

Quarta Feira de Cinzas

Uma criança pergunta ao seu Catequista,ele paciente explica : 🤔

(Catequizando )Tia para que  foi instituída a Quaresma?

(Catequista) A Quaresma foi instituída..
1° Para nos fazer conhecer a obrigação que temos de fazer penitência em todo o tempo da nossa vida.

2° Para imitar de algum modo o rigoroso jejum de quarenta dias que Jesus Cristo fez no deserto

3° Para nos preparar por meio da penitência para celebrar a festa da Páscoa.

(Catequizando) Mas tia por que se chama dia das Cinzas o primeiro dia da Quaresma?

(Catequista) Chama-se o primeiro dia da Quaresma dia das Cinzas, porque a Igreja impõe naquele dia as cinzas na cabeça dos fiéis”  A Igreja no-lo indica nas orações recitadas por seus ministros: “Deus, que não quereis a morte, mas a conversão dos pecadores apiedai-vos da fragilidade humana e abençoai estas cinzas que pretendemos colocar sobre a nossa cabeça, como sinal de humildade cristã por nós professada, e em sinal de penitência para obtermos perdão”. É, pois, a penitência que a Igreja nos quer ensinar pela cerimônia deste dia. Já no Antigo Testamento os homens cobriam-se de cinzas para exprimir sua dor e humilhação como vemos em  Jó 42, 6. Nos primeiros séculos da Igreja, os penitentes públicos apresentavam-se nesse dia ao bispo ou penitenciário, pediam perdão revestidos de um saco; e como sinal da sua contrição, cobriam a cabeça de cinzas. Mas como todos os homens são pecadores, diz Santo Agostinho, estenderam essa cerimônia a todos os fiéis, para lhes recordar o preceito da penitência. Não havia exceção alguma: pontífices, bispos, sacerdotes, reis, almas inocentes, todos se submetiam a essa humilhante expressão de arrependimento.

“A igreja, no princípio da Quaresma, impõe as cinzas a fim de que nós, lembrando-nos de que somos feitos de pó, e de que após a morte nos havemos de reduzir a pó, nos humilhemos e façamos penitência dos nossos pecados, enquanto temos tempo”. Entremos nos mesmos sentimentos. Deploremos as nossas faltas ao recebermos das mãos do ministro de Deus as cinzas bentas pelas orações da Igreja. Quando o sacerdote nos disser:
 “Lembra-te que és pó e em pó te há de tornar
humilhemos o nosso espírito pelo pensamento da morte, que, reduzindo-nos ao pó...
 “Devemos receber as cinzas com o coração contrito e humilhado, e com a santa resolução de passar a Quaresma em obras de penitência” .
A Igreja termina a bênção das cinzas por uma exortação aos fiéis:
Admoesta-nos a não nos contentarmos com sinais externos de penitência, mas a lhe bebermos o espírito e os sentimentos. Jejuemos, diz ela, como o Senhor deseja, mas acompanhemos o jejum com lágrimas de arrependimento, prostremo-nos diante de Deus e deplorando a nossa ingratidão na amargura dos nossos corações. Mas essa contrição, para ser proveitosa, deve ser acompanhada de confiança. Por isso a Igreja acrescenta, a seguir, que nosso Deus é cheio de bondade e misericórdia, sempre pronto a perdoar-nos. Forte motivo este para esperarmos firmemente a remissão das nossas faltas, se delas nos arrependermos! Deus não despreza jamais um coração contrito e humilhado.

(Catequizando)Mas tia em nossa paróquia teremos tbm a missa das cinzas ?
(Catequista)Sim meu amor e devemos participar a missa será as 7:30 e 19:30 na matriz e na comunidade tbm vai ter .
Se embora participar...

18 de dezembro de 2017

Gincana missionaria







Preparação pra Comunhão.

Em nossa paróquia adotamos um ótimo livro da editora Vozes.
A coleção Crescer em Comunhão, revista e ampliada, procura oferecer um itinerário de educação da fé para catequistas, catequizandos e famílias, como caminho para o encontro com Jesus Cristo. Para isso, integra os elementos essenciais da iniciação à vida cristã, oferecendo encontros orantes e centrados na Palavra de Deus e no Magistério da Igreja. Sumario: Bloco I - A igreja somos nós Bloco II - Sacramentos, caminho da iniciação cristã Bloco III - Deus é misericórdia Bloco IV - Por Cristo, com Cristo, em Cristo.
Eu uso com muita animação e as crianças sempre levam para casa a atividade que estimula os pais a participar tbm...

Primeira eucaristia





24 de outubro de 2017

Introdução do RICA



 “RITUAL DE INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS”

1.   Encontramos duas introduções:

1) “A iniciação cristã: observações preliminares gerais”;

2) “Introdução ao Rito da iniciação cristã ”.

Os cinco capítulos:
Capítulo 1: Ritos do catecumenato em torno de suas etapas;

Capítulo 2: Rito simplificado para a iniciação crista;

Capítulo 3: Rito abreviado de iniciação de adultos em perigo ou artigo de morte;
Capítulo 4: Preparação para a confirmação e a eucaristia de adultos que, batizados na infância, não receberam a devida catequese;

Capítulo 5: Rito de iniciação de crianças em idade de catequese;

Apêndice: Rito de admissão na plena comunhão da Igreja Católica das pessoas já batizadas validamente.

2. QUESTÕES:
a) Com relação à iniciação cristã, qual é a nossa realidade pastoral?

b) Qual é a nossa maior necessidade?

3.DIFERENTES PALAVRAS E EXPRESSÕES:

- Catequese com jovens e  adultos;

- Catequese de iniciação com jovens e adultos... com adolescentes... com crianças...
- Iniciação cristã / Prosseguimento da iniciação cristã / Reiniciação cristã

- Catecumenato batismal e pós-batismal / Catecumenato crismal / Catecumenato e catequese.

4. TEMPOS E ETAPAS DA INICIAÇÃO
pré-catecumenato
catecumenato
purifiacação e iluminação
mistagogia


5. COMO PREPARAR UM CATECUMENATO

a) Despertar a comunidade eclesial para a importância da pastoral da iniciação cristã;

b) Suscitar catequistas e introdutores;
c) Organizar a formação inicial de catequistas e introdutores;
d) Divulgar e oferecer o catecumenato;

e) Acolher e começar o acompanhamento personalizado dos interessados através dos introdutores.

6. O MINISTÉRIO DOS INTRODUTORES

a) O que é?
    Trata-se de um ministério de acompanhamento, “ajuda”, semelhante ao dos padrinhos. O acompanhamento é pessoal, feito através de encontros e conversas informais. Depois da apresentação mútua, as conversas podem tratar da história de vida, unida à prática da religião. No final de cada conversa o introdutor reza junto com o interessado, e/ou faz uma oração de bênção.
b) Funções:
    Nossa sugestão é dar aos introdutores as funções que o ritual atribui aos padrinhos: “ensinar familiarmente (...) como praticar o evangelho em sua vida particular e social, auxiliá-lo nas dúvidas e inquietações, dar-lhe testemunho cristão” e, depois da celebração dos sacramentos, “velar pelo progresso de sua vida batismal” (Rica, n. 43).
c) Duração:
    Começa no tempo de evangelização, continua durante o catecumenato e é substituído pelo padrinho ou madrinha, se for o caso, apenas no final do catecumenato. O introdutor ou introdutora pode ser convidado a ser padrinho ou madrinha (Cf. Rica, n. 42).
d) Critérios para escolha:
     Que não sejam os mais ativos na comunidade (pois esses não têm tempo para fazer acompanhamento pessoal), pessoas de fé, já iniciadas, constantes na vida litúrgica da comunidade e na comunhão eucarística, orante, atentas à palavra de Deus, amigas dos irmãos de Igreja, solidárias com os mais pobres, respeitosas para com todas as religiões, inclusive o catolicismo popular, simples no relacionamento pessoal.

e) Temas para a formação dos introdutores:

* A meta da iniciação cristã e sua necessidade pastoral;

* Como se realiza um catecumenato;

* O que é acompanhamento espiritual;

* Memória da própria caminhada de fé (quem o ajudou e como o ajudou);
* Atitude da introdutora ou introdutor (dicas para se estabelecer uma relação de confiança e amizade, respeito à diversidade religiosa e de situação matrimonial);

* conteúdo das primeiras conversas, durante o tempo de evangelização;

* Quando e como vai se dar o anúncio (ou memória) de Jesus Cristo;

* Outros assuntos que sentirem necessidade.


    8.  UMA PROPOSTA DE TEMPO DE EVANGELIZAÇÃO OU PRÉ-CATECUMENATO, DERIVADO DO RICA

a) O catequista acolhe o interessado e indica a ele o introdutor. O catequista, basicamente, durante esse tempo apenas acompanha o trabalho do introdutor.

b) Depois de algum tempo de acompanhamento pessoal, catequista e introdutor fazem o anúncio de Jesus Cristo.

c) Os interessados vão sendo apresentados a pessoas da comunidade.

d) Quando aparecer conveniente, os interessados são apresentados à comunidade, em reunião.

e) Nas celebrações da comunidade são incluídas nas preces intenções pelos interessados.
f) O ministro ordenado, catequistas e introdutores, verificam se os objetivos do tempo de evangelização (ou pré-catecumenato) estão sendo atingidos.

g) Quando os objetivos tiverem sido atingidos, marcar e preparar a celebração de entrada no catecumenato.

9. OBJETIVOS DO TEMPO DE EVANGELIZAÇÃO OU PRÉ-CATECUMENATO (Cf. RICA, n. 15 e 68)
1° - Adesão a Jesus Cristo;

2º - Conversão de vida;

3° - Senso eclesial.

11. PRIMEIRA ETAPA DA INICIAÇÃO CRISTÃ: CELEBRAÇÃO DE ENTRADA NO CATECUMENATO (RICA, n. 68-97)

     12.  OBJETIVOS DO TEMPO DO CATECUMENATO
1. Fé: adesão e vinculação afetiva e efetiva a Cristo;

2. Conversão: mudança de vida e perdão dos pecados;

3. Dom da graça: introdução no mistério e experiência da salvação de Deus, por Cristo, no Espírito Santo;
4. Comunhão: acolhida e aceitação da convivência e pertença à comunidade;

5. Compromisso: participação nas tarefas de edificação da Igreja;

6. Caridade: solidariedade com os oprimidos.

13.1-    MEIOS PARA REALIZAR O TEMPO DO CATECUMENATO

Origem das palavras
    Antes de tudo, vejamos o sentido original das palavras que estamos usando. “A palavra catecumenato procede do verbo grego katechéin, que significa ressoar, fazer soar aos ouvidos e, por extensão, instruir, catequizar. Assim, catecúmeno é o que está sendo instruído, catequizado; mais concretamente, o que está sendo iniciado na escuta da palavra de Deus. A definição mais antiga de catequista tem também o mesmo significado. Catequista é o que instrui na Palavra (...) ao discípulo ou catecúmeno”[1].
[1] Sáez, 1999, v. 1, p. 281.

a) o que é:
•     “O catecumenato é um espaço de tempo em que os candidatos recebem formação e exercitam-se praticamente na vida cristã” (Cf. RICA, n. 19);
•     Iniciação “no mistério da salvação e na prática dos costumes evangélicos” (n. 19);

 Introdução “na vida da fé, da liturgia e da caridade do povo de Deus” (n. 19);

   Quatro meios: catequese, prática da vida cristã: liturgia, testemunho e profissão de fé (n. 19).

13.2. CATEQUESE, PRIMEIRO MEIO DO CATECUMENATO
a) Finalidades:
* levar os catecúmenos “não só ao conhecimento dos dogmas e preceitos, como a íntima percepção do mistério da salvação de que desejam participar” (n. 19);
* “esclarecer a fé, dirigir o coração para Deus, incentivar a participação nos mistérios litúrgicos, animar o apostolado e orientar a vida segundo o Espírito de Cristo”.
b) Organização:

* Características: distribuída por fase, relacionada com o ano litúrgico, marcada por ritos de transição;

* Ritos de transição: marcam a passagem de uma fase para outra;
Exemplos: unção com o óleo dos catecúmenos, entrega do símbolo da fé, entrega da oração do Senhor, éfeta e recitação do símbolo;

- Alternativas: entrega do mandamento maior do Senhor, entrega do ícone de Cristo, entrega do Magnificat e outros cantos litúrgicos, entrega da Ave-Maria e do terço;

* Catequese composta de reuniões catequéticas e celebrações da Palavra de Deus; estas podem terminar com um exorcismo ou bênção.

c) Celebrações da Palavra de Deus:

* não é atividade complementar, mas constitutiva da catequese;

13.3- finalidades:

- gravar no coração dos catecúmenos o ensinamento recebido;
- levá-los a saborear as formas e as vias de oração;
- introduzi-los pouco a pouco na liturgia de toda a comunidade;

* especiais para os catecúmenos, de preferência aos domingos, com a presença de membros da comunidade; bem preparadas, com participação ativa;

* podem focalizar um ensinamento recebido nas reuniões catequéticas; com uma ou mais leituras bíblicas, relevantes para a formação; sem necessidade de seguir o elenco de leituras da missa.

13.4. TESTEMUNHO DE VIDA E PROFISSÃO DE FÉ, QUARTO MEIO DO CATECUMENATO
a) Finalidade: aprender a cooperar na evangelização e edificação da Igreja;

b) Como se realiza: pelo testemunho da vida e pela profissão de fé.

14. NO FINAL DOS ENCONTROS E CELEBRAÇÃO: EXORCISMOS E BÊNÇÃOS
     
    14.1. EXORCISMOS (n. 109 e 113)
* Finalidade espiritual: “purificar os espíritos e os corações, fortalecer contra as tentações, orientar os propósitos e estimular as vontades...”;

* “... manifestam aos catecúmenos as verdadeiras condições da vida espiritual, a luta entre carne e o espírito, a importância da renúncia (...) e a necessidade contínua do auxílio divino”;

* Pode ser ministrado por catequistas designados pelo bispo.

   15. RITOS DE TRANSIÇÃO (n. 103 e 105)
a) Celebração de entrega do símbolo da fé;
b) Celebração de entrega da oração do Senhor;
c) Celebração de recitação do símbolo da fé;
d) Celebração da unção com o óleo dos catecúmenos;
e) Outros possíveis ritos de transição a serem criados (Cf. n. 65): entrega do mandamento novo do Senhor, entrega do ícone de Cristo, entrega da Ave-Maria e do terço, entrega do Magnificat e outros cantos litúrgicos;

16. SEGUNDA ETAPA DA INICIAÇÃO CRISTÃ: CELEBRAÇÃO DA ELEIÇÃO OU INSCRIÇÃO DO NOME (n. 133-151)

      17. OBJETIVOS DO TEMPO DA ILUMINAÇÃO E PURIFICAÇÃO
a) O que é:  
* Terceiro tempo: “preparação mais intensiva para os sacramentos”; mais relacionada à vida interior que à catequese; preparação espiritual.

* Normalmente coincide com a quaresma
b) Finalidades:
* Iluminação e purificação dos corações e espíritos;
* Seguimentos de Cristo com maior generosidade.

     18. MEIOS PARA REALIZAR O TEMPO DA ILUMINAÇÃO E     PURIFICAÇÃO

a) recolhimento espiritual com a comunidade dos fiéis (n. 152): oração, caridade, jejum, escuta da Palavra; (no Brasil: CF, orações nas casas, via-sacra...)
b) proposta: tempo diário para leitura do evangelho do dia e oração;
c) nas celebrações os evangelhos dominicais do ano litúrgico;d) três escrutínios (celebrações penitenciais) para exame de consciência e penitência;
e) no sábado santo:

- suspensão do trabalho para oração, recolhimento, meditação e jejum;

- reunião para ritos de preparação imediata.

19. RITOS DE PREPARAÇÃO IMEDIATA (n. 193)

a) Ritos: recitação do símbolo, éfeta, escolha do nome cristão e unção com o óleo dos catecúmenos;

b) Possibilidade: ritos inseridos num retiro.

20. TERCEIRA E ÚLTIMA ETAPA DA INICIAÇÃO CRISTÃ: CELEBRAÇÃO DOS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ (n. 208-234)

21. OBJETIVOS DO TEMPO DA MISTAGOGIA (n. 37-40. 235-239)
a) O que é: tempo assinalado pela nova experiência dos sacramentos e da comunidade (n. 7);
b) Quando: durante o tempo pascal ou nas semanas que seguem à celebração dos sacramentos;

22. MEIOS PARA REALIZAR O TEMPO DA MISTAGOGIA
* lugar especial dos neófitos nas missas dominicais, com seus padrinhos;

* Homilias;

* Novas explanações (catequese);

* Celebrações diocesanas presididas pelo bispo, com os que foram iniciados;
* convivência com membros e grupos da comunidade;
Celebração e festa de encerramento do tempo da mistagogia;
Reunião anual no aniversário do batismo.   

 CAIVIC - COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ

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4 de agosto de 2017

Mês das vocações

Este mês e dedicado as vocações e a cada domingo se comemora uma vocação especifica a propria liturgia já da a reflexão e a cada semana...
Primeiro domingo: é o dia dos sacerdotes e diaconos. Essa comemoração se deve ao fato de que no dia 4 de agosto celebramos o dia de Sao João Maria Vianney,patrono dos padres .



Padre Francisco Luckmem nosso pároco.




 Padre Elias Udes nosso padre Nigeriano pessoa incrivel.


Padre Nelson nosso coordenador espiritual nos da forca aos seus 80 anos e vitalidade pura pessoa abençoada e alegre...



Segundo domingo : celebramos o dia dos pais estamos na semana da família

                           
                                Pais apoiando seus filhos no encontro feito para eles..

Terceiro domingo e o dia das consagradas ,são religiosas e consagradas nos vários títulos e consagrações.

                                           Irmã inés nossa coordenadora geral arquidiocesana
No quarto domingo :e a nossa vez de ser homenageadas dia dos catequistas é nesta data que se comemora o dia dos leigos na igreja  




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Ao participarmos dessas celebrações não podemos nos esquecer da vocação primeira e mais importante de todas: a vocação à vida cristã e, consequentemente, à santidade! Todos somos vocacionados à santidade e fora desse caminho não temos como viver bem qualquer que seja a nossa vocação pessoal.