17 de fevereiro de 2011

Bento XVI nosso querido PAPA

Bento XVI, o atual Papa. Foi eleito em 19 de Abril de 2005.Para os católicos, o Papa é o Sumo Pontífice e chefe da Igreja Católica, o Vigário de Cristo na Terra, o Bispo de Roma e o possuidor do Pastoreio de todos os cristãos, concedido por Jesus Cristo a São Pedro e, consequentemente, a todos os Papas. O Papa é aconselhado e eleito pelo Colégio dos Cardeais e, no governo da Igreja, é assistido pela Cúria Romana. Ele tem a sua sede (a cátedra de Pedro) em Roma e é também periodicamente aconselhado pelo Sínodo dos Bispos.
Entre outras funções, o Papa tem a missão de manter a integridade e fidelidade do depósito da fé, corrigindo se for necessário qualquer interpretação errada da Revelação divina vigente na Igreja. Para tal, convoca concílios ecuménicos ou então exerce pessoalmente a Infalibilidade Papal, que é uma prerrogativa dada aos Papas pelo Concílio Vaticano I. Este direito só pode ser usado para questões de fé e costumes (moral). Na Igreja Latina e em algumas das Igrejas orientais, só o Papa pode designar os membros acima do nível de presbítero.
Todos os membros da hierarquia respondem perante a Santa Sé, que significa o conjunto do Papa e dos dicastérios da Cúria Romana. Toda esta autoridade papal (Jurisdição Universal) vem da fé de que ele é o sucessor directo do Apóstolo São Pedro.

João Paulo II e o Terceiro Milênio

Pela primeira vez em quatro séculos e meio foi eleito um Papa que não tinha origem na Itália. O cardeal Karol Wojtyla, de origem eslava, para surpresa do mundo, é eleito para exercer um dos pontificados mais longos em dois mil anos de história da Igreja. João Paulo II realiza uma grande reforma na Igreja em extensão e profundidade com os olhos postos no Concílio Vaticano II do qual tomou parte, é considerado como o grande executor dos decretos do concílio e reformador da Cúria Romana.[carece de fontes?]
No seu pontificado foi reafirmada mais uma vez a doutrina imutável da Igreja em toda a sua amplitude. Em 1985 convocou uma Assembléia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, "com a finalidade de aprofundar o ensinamento do concílio, promover o seu conhecimento e aplicação. Atendendo ao desejo dos Padres Sinodais "determinou a publicação de uma versão do Catecismo da Igreja (1992) e do seu Compêndio (2005) - póstuma - bem didática, que facilitasse a sua compreensão pelo homem moderno.
Determinou uma atualização do Código de Direito Canônico, promulgando um novo em 1983, para que a nova legislação canônica se tornasse um meio eficaz para que a Igreja possa aperfeiçoar-se, de acordo com o espírito do Vaticano II, e cada dia esteja em melhores disposições de realizar a sua missão de salvação neste mundo. (Const. Apostólica Sacrae disciplinae leges)
Enfrentou os problemas morais, sociais e filosóficos do seu tempo sobre todos manifestando de modo claro o Magistério da doutrina católica[carece de fontes?]. Combateu o comunismo e é apontado como o principal responsável pela "Queda do Muro de Berlim" e pela dèbacle dos regimes da "Cortina-de-Ferro"[carece de fontes?], foi um crítico do materialismo, do consumismo, do hedonismo, do antinatalismo, do aborto, do capitalismo selvagem e do marxismo. Afirmou que o principal capital da empresa são os seus empregados e que estes precedem em importância ao capital e ao lucro.[10]

Origem da Igreja

A Igreja Católica acredita que a sua História remonta a Jesus Cristo e ao Apóstolo Pedro, a quem, segundo a doutrina católica, Cristo prometeu o Primado da Igreja fundada por Ele: "Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja". Os católicos acreditam também que Jesus entregou a São Pedro a autoridade suprema da Igreja: "Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus" (cf. Mt 16, 17-20), facto confirmado por Jesus depois da sua ressurreição: "Apascenta os meus cordeiros" (cf. Jo. 21, 15-17). Estes são alguns dos versículos da Bíblia que os católicos usam para defender que Jesus teria apontado Pedro, depois Bispo de Roma, e seus sucessores, como fundamento e cabeça visível de toda a Igreja.[4][5]