Sou catequista desde 2000 ,minha história começou quando minha filha aos 7 anos questionou que não

24 de maio de 2010

*-* A Cor dos olhos *_*

O ancião descansava sentado em velho banco à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista
De um automóvel que estacionou a seu lado:
- Bom dia!
- Bom dia! Respondeu o ancião.
- O senhor mora aqui?
- Sim, há muitos anos...
- Venho de mudança com a minha família e gostaria de saber como é o povo daqui.
Como o senhor vive aqui há tanto tempo deve conhecê-lo muito bem.
- É verdade, falou o ancião.
Mas por favor, me fale antes da cidade de onde vem.
- Ah! É ótima. Maravilhosa!
Gente boa, fraterna... Eu e minha família fizemos lá muitos amigos.
Só a deixei por imperativos da profissão.
- Pois bem, meu filho. Esta cidade é exatamente igual.
Vai gostar daqui.
O forasteiro agradeceu e partiu.
Minutos depois apareceu outro motorista e também se dirigiu ao ancião:
- Estou chegando para morar com minha família aqui.
O que me diz do lugar?
O ancião lançou-lhe a mesma pergunta:
- Como é a cidade de onde vem?
- Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante!
Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso!
- Sinto muito, meu filho, pois aqui você encontrará o mesmo ambiente...
Amados todos vêem no mundo e nas pessoas e na família algo do que somos, do que pensamos de nossa maneira
De ser.
Se somos nervosos, agressivos ou pessimistas, veremos tudo pela ótica de nossas tendências, imaginando conviver
Com gente assim.
Em outras palavras, o mundo, a cidade, a família tem a cor que lhe damos através das nossas lentes.
Se nossas lentes estão escurecidas pelo pessimismo, tudo à nossa volta nos parecerá escuro.
Tudo, para nós, parecerá constantemente envolto em trevas.
Se nossas lentes estão turvadas pelo desânimo, o universo que nos rodeia se apresenta desesperador.
Mas, se ao contrário, nossas lentes estão clarificadas pelo otimismo, sentiremos que em todas as situações
Há aspectos positivos.
Se o entusiasmo é o detergente das nossas lentes, perceberemos a vida em variados matizes de luzes e cores.
A cor do mundo, da cidade e da família, portanto, depende da nossa ótica.
O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior.
Amados, que nossa família evangelize na ótica de Deus e não do mundo.

23 de maio de 2010

Aos olhos do pai - The eyes of the father - Diante do Trono

Homenzinho Torto

Infância Missionária

devemos incentivar as crianças a participarem da infancia issim estaremos formando pessoas solidarias porque o futuro pertence a elas...



PAROQUIA N S FATIMA Infancia missionaria.AVI

OS SETE DONS DO ESPÍRITO SANTO

Enquanto os dons da inteligência e da ciência vêm em auxílio da nossa fé e o temor de Deus auxilia a nossa esperança, o sétimo dom, o da sabedoria, vem em auxílio da nossa caridade.

OS SETE DONS DO ESPÍRITO SANTO

1) TEMOR DE DEUS
2) PIEDADE
3) FORTALEZA OU FORÇA
4) CONSELHO
5) INTELIGÊNCIA
6) CIÊNCIA
7) SABEDORIA

Os dons do Espirito Santo

1) O dom do temor de Deus – não é tanto o medo de sermos castigados pelos nossos pecados, mas o de mancharmos o reflexo de Deus em nossa alma, de entristecermos o Espírito Santo que habita em nós, de causar a menor mágoa àquele que deu por nós a sua vida. O temor de Deus nos leva a estarmos atentos para não cair em pecado, que nos separa de Deus, quando a falta é grave e pleno o consentimento.


2) O dom da piedade – não significa tanto pena ou compaixão, como hoje se pensa, mas o sentimento que os filhos devem ter em relação aos pais. Assim sabemos que Deus é nosso Pai e Criador, não podemos nos conformar em vê-lo substituído por um ídolo, obra das mãos humanas. O dom da piedade nos leva, portanto, a nos sentirmos filhos de Deus, o Pai nosso que está no céu e a nos esforçarmos por nos tornar semelhantes a Ele. “ sede perfeitos como o Pai celeste é perfeito”.


3) O dom da fortaleza ou força – nem todos precisamos chegar ao martírio do sangue derramado, mas todos precisamos do dom da fortaleza para vencer o respeito humano, resistir às zombarias e jamais renegar a nossa fé!


4) O dom do conselho – nos mostra quais os meios que devemos usar, não para “vencer na vida” mas para progredir no amor a Deus e levar os outros a Ele.


5) O dom da inteligência – nos leva a sentir de tal modo a existência de Deus, que desejamos nos ocupar cada vez mais com ele, buscando penetrar melhor nos seus mistérios.


6) O dom da ciência – nos ajuda sobretudo, a compreender os planos de Deus, isto é, a Sagrada Escritura, o Evangelho e o catecismo.


7) O dom da sabedoria – não significa que tenhamos grande número de conhecimentos, mas em sabermos procurar o caminho certo para chegar ao convívio com Deus. Pelo dom da sabedoria sabemos ver a mão de Deus em nossa vida e colaborar com seus planos, como fez Maria, quando disse: “Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua vontade”. Sabedoria lembra sabor e o dom da sabedoria nos leva a saborear as coisas de Deus e seus desígnios.

13 de maio de 2010

Ser catequista, mais que um chamado, um desafio.

Lembro-me do dia que foi chamada a ser catequista ,o Padre Luis durante a homilia queixava-se que a “mece era grande mas os trabalhadores era poucos” ,depois de uma linda proclamação do Evangelho ,foi quando decidi a me colocar disposição da catequese e aprender tudo que necessário para passar as pequeninos o carinho e o amor de Jesus,guardo com carinho a lembrança da docilidade e da clareza que me proporcionou ao me apresentarem o Cristo de uma forma tão real no CPC.

Hoje como catequista e coordenadora paroquial da catequese vejo que a catequista não está no grau mais alto, mas em contrapartida encontra-se no mais próximo do seu objeto de trabalho: que são as nossas crianças, jovens e adolescentes. Uma má formação deste membro da comunidade pode prejudicar e afastar. Um cuidado especial deve-se ter com as sementes que semeamos, se faz necessário preparar bem os nossos catequistas sempre tendo o mesmo objetivo levar o Amor de Deus a todos e fazer com que ELE seja amado e Glorificado por todos. Somos jardineiros de gente, já dizia a nossa coordenadora geral Irmã Inês

Quando comecei o meu trabalho, optei em ser aquela catequista que faria a diferença na catequese. Escolhi o amor pelos pequenos, escolhi ser próximo e não diferente dos demais (catequizados). As opções para se trabalhar o catequizando, catecúmeno, crismando, e a perseverança. Escolhi ser a amiga, mas querida de meus catequizados. Dividi segredos, ouvi muitas 'confissões' e orientei conforme nossa doutrina.Hoje vejo o carinho que tem por Jesus e por mim e fico muito feliz quando escuto um criança dizer que ama a catequese e quer ser catequista quando crescer

Como é importante mostrar a luz que vem do Pai, mas devemos deixar claro que somos pessoas humanas que também falhamos. Anunciamos a palavra de Deus, a palavra que eles querem conhecer melhor e que vamos mostrar como se deve vivenciar com nossas ações. E que o nosso aprendizado, de catequistas, não cessem... pelo contrário, continua a cada turma que por nossas vidas passam.

o diferencial da boa liderança reside num ponto crucial : "o catequista que se empossa do cargo e faz-se diferente demais, afasta de si a riqueza de compartilhar momentos de superação e dor. Não que desejamos tomar para nós a cruz alheia, mas nos compete sim orientar e ajudar nas quedas. Sejamos o Sirineu, acolhamos na igreja para que o mundo não adote de forma errônea. Afinal, somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos e cultivamos. Cultivemos o amor. Acolher o pecador e limpar suas feridas, esta é mais uma de nossas missões!

Fiquem com Jesus e Maria,
Coordenadora e catequista
Márcia Barcelos